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Nova Escola EB 1/JI de Vale de Rãs vai satisfazer necessidades de ensino na cidade de Loulé

24 de Março 2009

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Nova Escola EB 1/JI de Vale de Rãs vai satisfazer necessidades de ensino na cidade de Loulé

Foi lançada hoje a primeira pedra do edifício da futura Escola EB 1/JI de Vale de Rãs, localizada na zona da Campina de Cima, em Loulé. Trata-se de um dos maiores investimentos da Autarquia louletana em termos do reforço do parque escolar e que, de acordo com o edil, Seruca Emídio, “vem colmatar todas as necessidades de Educação na cidade de Loulé ”. Composta por duas áreas distintas, a escola vai integrar 18 salas de aula – 14 para o primeiro ciclo (do primeiro ao quarto ano) e 4 para o pré-escolar/jardim-de-infância (para alunos dos 3 aos 5 anos) – e terá uma capacidade total de 450 alunos. O futuro estabelecimento de ensino vai ficar integrado num lote de mais de 11600 m2, numa área de implantação de perto de 2900 m2, com dois pisos, em frente à Escola EB 2,3 Padre João Cabanita. Este será um edifício moderno e “completo”, como frisou o responsável municipal, já que vai comportar diversos equipamentos, nomeadamente um pavilhão onde será possível a prática de mini-basket de competição, um polivalente destinado a sala de convívio, um espaço para biblioteca/informática, uma sala de ensino especial, um gabinete de apoio ao ensino, salas de professores, refeitório, e também um parque infantil destinado à valência de pré-escolar. Aliás, uma das componentes mais importantes deste projecto de arquitectura diz respeito á criação de vários espaços verdes de recreio e lazer, relvados e arborizados, reforçando a dicotomia interior/exterior. Como tal, pretende-se oferecer aos futuros alunos e utilizadores, vários e ricos espaços e ambientes, contribuindo para o crescimento e enriquecimento sensorial, aumentando o nível crítico e intelectual destas crianças. É de salientar o facto deste estabelecimento de ensino ficar localizado numa área em franca expansão demográfica e acentuado desenvolvimento urbanístico, onde estão a ser construídos vários loteamentos, prevendo-se que dentro de poucos anos seja uma das áreas de Loulé com maior concentração residencial. Esta empreitada vai ter um custo 3.232.901,98 euros (acrescido de IVA), maioritariamente financiada pela Câmara de Loulé mas com uma comparticipação dos fundos do QREN. O prazo de execução de 490 dias. Prevê-se que a obra esteja concluída em 2010 e que a escola entre em funcionamento no ano lectivo de 2010/2011. “Esta escola será um marco importante já que, após a sua conclusão, teremos satisfeitas todas as necessidades que foram identificadas ao nível da Educação para a cidade de Loulé naquilo que é a responsabilidade da Câmara. Isto é o resultado da política educativa deste executivo”, salientou o autarca. Luís Correia, director regional de Educação, falou das prioridades colocadas na construção de novos equipamentos do primeiro ciclo e pré-escolar para “resolver problemas existentes e melhorar significativamente as condições de aprendizagem das crianças”. Este responsável falou ainda da “conjugação de esforços” para que as escolas tenham um horário de funcionamento alargado, “onde de manhã os alunos têm as suas aulas curriculares e de tarde as actividades de complemento e enriquecimento curricular, para que sejam mais bem formados, adquiram outras competências e que amanhã sejam melhores cidadãos”. Por seu turno, o presidente da Junta de Freguesia de S. Clemente, Pedro Oliveira, referiu que “este equipamento tão importante para a freguesia fez parte, nos últimos 12 anos, das reivindicações dos responsáveis da Junta” e salientou ainda o facto do estabelecimento integrar também a componente de jardim-de-infância. Balanço de 7 anos na área de Educação O presidente da Câmara de Loulé aproveitou esta ocasião para fazer o balanço do trabalho que foi feito ao longo de sete anos em termos de Educação, considerada como uma “área prioritária para este executivo”. Assim, Seruca Emídio começou por referir o trabalho que começou com a Carta Educativa, “a ‘bíblia’ das necessidades em termos de infra-estruturas no Concelho”, que permitiu identificar as carências existentes. “Temos feito um esforço imenso em termos financeiros, técnicos, de disponibilidade dos serviços da Câmara, para dar resposta às necessidades. Em termos orçamentais, a Educação tem sido sempre a segunda ou terceira rubrica de investimento da Câmara Municipal”, considerou Seruca Emídio. Assim, em termos da acção municipal ao longo deste dois mandatos, o autarca começou por referir a construção de quatro novos estabelecimentos de ensino criados de raiz: Escolas EB 1 nº5 de Loulé (Hortas de Stº António), EB 1 nº3 de Quarteira (Abelheira), EB 1 nº4 de Quarteira (Francisca de Aragão) e a Escola Profissional de Alte. Em termos do pré-escolar, reportou-se à conclusão de duas escolas – em Loulé (Miraserra) e Quarteira (S. Pedro do Mar) – que apesar de terem sido lançadas pelo anterior executivo, grande parte do investimento foi feito pelos actuais responsáveis municipais. Por outro lado, Seruca Emídio referiu a construção dos pré-escolares de Almancil e Salir e também do Centro Infantil de Alte. No que concerne às empreitadas de remodelação e ampliação de escolas já concluídas, neste período de sete anos foram executadas intervenções na EB 1 nº 3 de Loulé (Bairro Municipal), EB 1 Mãe Soberana, em Loulé, EB 1 de Vale Judeu, EB 1 da Tôr e também alguns melhoramentos na EB 1 de Almancil. Neste momento estão em fase de concretização as obras de requalificação nas escolas do primeiro ciclo de Benafim, Gilvrazino, Estação, S. João da Venda, S. Lourenço e nº4 de Loulé. Por ultimo, o autarca falou das escolas que, a par desta de Vale de Rãs, vão ser lançadas em breve: EB 1/JI de Almancil, cujo arranque das obras está previsto para o primeiro semestre deste ano, e a EB 1/JI da Fonte Santa, que será lançada já no segundo semestre de 2009. Fica por lançar um estabelecimento similar em Vilamoura para que “o problema das infra-estruturas escolares no Concelho fique resolvido”, assegurou o edil. Mas o trabalho da Autarquia nesta matéria continuará a ser prioritário no contexto camarário até porque, com a celebração do contrato de transferência de competências ao nível da Educação, as exigências serão maiores. “Estaremos em condições de fazer a recepção dessas competências, não só em termos de imobiliário, das escolas e edifícios, mas também em termos de pessoal não docente, e isso vai-nos dar uma responsabilidade acrescida. Até porque haverá um esforço suplementar para pôr ao mesmo nível em termos de condições físicas, de funcionamento e de qualidade, essas escolas”, concluiu.
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