Site Autárquico Loulé

Aquisições mês de fevereiro 2016

  • ‘Os códigos e as operações dos espiões portugueses : o recrutamento, os treinos, as técnicas, os informadores, os casos desconhecidos dos agentes que atuam na sombra’, de António José Vilela

    Frequentemente vistos como personagens de filmes e livros, os espiões são homens e mulheres bem reais, que circulam entre nós, apesar do manto de secretismo e mistério que os envolve. O jornalista António José Vilela mostra-nos neste livro como é a vida dos espiões portugueses, através de uma série de casos e episódios que nos proporcionam uma visão abrangente sobre o extraordinário mundo dos serviços secretos nacionais:

    - O acesso ilegal a dados telefónicos nas secretas e a operação montada pelo antigo chefe dos espiões Silva Carvalho.

    - A vigilância dos agentes do SIS aos sírios vindos da prisão de Guantánamo.

    - Os negócios angolanos sob vigilância e a burla milionária que trouxe os espiões de Angola a Portugal.

    - O dinheiro da Al-Qaeda em Lisboa e o ataque terrorista ao Euro 2004.

    - O espião português fascinado por Khadafi que acabou debaixo de fogo em plena revolução líbia.

    - Os encontros com os espiões da CIA e o alvo chamado Pedro Santana Lopes.

    Estas são apenas algumas das muitas histórias de um livro que nos revela, ainda, alguns dos segredos mais bem guardados dos espiões portugueses e o modo como se movem na sombra para garantir a segurança nacional. Quais as suas regras, como é feito o recrutamento, como são treinados, quais as técnicas utilizadas, quais as principais operações, que homens são estes...?

    "Os Códigos e as Operações dos Espiões Portugueses" é uma obra decisiva para conhecer e compreender uma das realidades mais escondidas do nosso país.

  • ‘Os pecados do pai’, 2.º vol. de ‘As crónicas de Clifton’, de Jeffrey Archer

    A Grã-Bretanha está na iminência de declarar guerra à Alemanha. Harry Clifton, na esperança de fugir às consequências de um escândalo familiar e percebendo que nunca poderá casar com Emma Barrington, alista-se na marinha mercante. Quando um submarino alemão afunda o seu navio, Harry e um punhado de marinheiros, entre eles um americano chamado Tom Bradshaw, são salvos pelo Kansas Star. Nessa noite, quando Bradshaw morre, Harry aproveita a oportunidade para enterrar o seu passado e assume a identidade do morto.

     Nova Iorque, 1939. Tom Bradshaw é preso por homicídio qualificado. É acusado de matar o irmão. Quando Sefton Jelks, um advogado de renome de Manhattan, lhe oferece os seus serviços a troco de nada, não resta grande alternativa a Tom, que não tem dinheiro a não ser aceitar a sua garantia de uma sentença mais ligeira. Depois de julgado e condenado, Jelks desaparece e a única maneira que Tom tem de provar a sua inocência é revelando a sua verdadeira identidade, algo que ele jurou nunca fazer de forma a proteger a mulher que ama.

     Entretanto, a jovem em questão viaja até Nova Iorque, deixando para trás, em Inglaterra, o filho de ambos. Recusa-se a acreditar que o homem com quem ia casar tenha morrido no mar e está decidida a fazer o que for preciso para o encontrar. A única prova que tem é uma carta, que ficou por abrir numa cornija de lareira em Bristol durante mais de um ano.

     Jeffrey Archer dá seguimento à saga dos Clifton com este romance épico.

  • ‘Tudo muda num instante: cuidar de nós e dos nossos’, de Ana Jorge... [et al.]

    Um grupo especializado em saúde aborda as questões essenciais para se viver mais e melhor.

    Este livro pretende ajudar a encontrar as melhores soluções para evitar as angústias, os medos e a solidão próprios do processo de envelhecimento.

    Somos mais velhos e temos mais doenças. O que fazer?

    Como conciliar as necessidades do nosso familiar com um dia a dia de ausência e correria?

    E como é possível cuidar em nossa casa de um familiar dependente?

    Como perceber que uma doença crónica está numa fase avançada?

  • ‘Constança : a princesa traída por Pedro e Inês’, de Isabel Machado

    1336. A Península Ibérica está a ferro e fogo. A bela Constança, rainha de Castela, é repudiada pelo marido, Afonso XI, e o desejo de vingança do pai da jovem soberana leva-o a celebrar uma aliança com o rei de Portugal: a filha casará com o herdeiro do trono português, o infante D. Pedro. Constança, inteligente, devota e sofredora, anseia há muito por um destino ao lado do príncipe. Não imagina, porém, que, na sua vida recheada de infortúnios, a maior tragédia está ainda por acontecer, nem que a traição irá partir daqueles que mais ama e em quem mais confia: Pedro, o seu impetuoso marido, e Inês, a sua aia, amiga e confidente. Baseado numa investigação rigorosa e retratando de forma sublime uma época de grandes convulsões políticas, Constança é um romance de leitura compulsiva que nos dá a conhecer a protagonista involuntária, e esquecida pela memória coletiva, do grande mito romântico da História de Portugal.

  • ‘J’, de Howard Jacobson

    Passado num lugar onde a memória coletiva desapareceu e o passado é um território perigoso, que não deve ser visitado e de que não se deve falar, J é uma história de amor estranha e inventiva, terna e aterradora.
    Kevern não sabe por que razão o seu pai levava dois dedos aos lábios sempre que dizia uma palavra começada por jota. Não era o tempo nem o lugar certos, e continuam a não ser, para se fazer perguntas. Ailinn também cresceu sem saber quem era ou de onde vinha. Quando se conhecem, Kevern sente-se imediatamente atraído por ela e, apesar de desconfiados por natureza, aquilo que os une é de tal forma poderoso que parecem ter sido feitos um para ou outro.
    Juntos, formam um refúgio contra a brutalidade corriqueira deixada por uma catástrofe histórica envolta em desconfiança e negação, conhecida simplesmente como AQUILO QUE ACONTECEU, SE É QUE ACONTECEU. À medida que as ações do casal os vão aproximando cada vez mais do perigo, há uma força desconhecida que os quer manter juntos, custe o que custar. Mas a história de amor que os une pode ter consequências devastadoras para a espécie humana.

  • ‘Os poemas’, de Konstandinos Kavafis

    Edição bilingue da obra completa do poeta grego.

    Estes 153 + 1 poemas agora traduzidos são a obra poética que Kavafis decidiu ser a sua, aquilo a que certeiramente Savvidis chamou OS POEMAS, por serem em verdade os poemas dignos de se chamarem canónicos. Teve tempo para deixar tudo organizado e decidido, pronto para a posteridade. Konstandinos Petrou Kavafis (o que significa Konstandinos filho de Petros Kavafis) nasceu em Alexandria a 17 de Abril - pelo calendário velho, o Juliano - ou a 29 do mesmo mês - pelo calendário novo, o Gregoriano, posteriormente adotado - de 1863 e morreu em Alexandria a 29 de Abril de 1933.

  • ‘A ilha de Sacalina : notas de viagem’, de Anton Tchékhov

    Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: «Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados.» Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: «Em redor o mar, no meio o inferno.»

  • ‘Torquato Tasso: um drama’, de Johann Wolfgang Goethe‘Torquato Tasso: um drama’, de Johann Wolfgang Goethe

    Aos 33 anos, o poeta Tasso, de que o poeta Goethe se impregnou até ao ponto de na velhice confessar que ele, o Tasso, era carne da sua carne, sangue do seu sangue, temeu ter vendido a sua alma justamente tanto, tanto, ou não irremediavelmente, que se fez voluntariamente examinar pelo inquisidor de Ferrara em Junho de 1577, e a absolvição não conseguiu devolver-lhe nenhuma paz.’

    Do Prefácio de Maria Filomena Molder

  • ‘A rebelião das massas’, de Ortega y Gasset

    O homem vulgar, antes dirigido, resolveu governar o mundo. Esta resolução de avançar para o primeiro plano social produziu-se nele automaticamente assim que amadureceu o novo tipo de homem que ele representa. Se, atendendo aos efeitos de vida pública, se estuda a estrutura psicológica deste novo tipo de homem-massa, encontra-se o seguinte: primeiro, uma impressão nativa e radical de que a vida é fácil, sobrada, sem limitações trágicas; portanto, cada indivíduo médio encontra em si uma sensação de domínio e triunfo que, segundo, o convida a afirmar-se a si mesmo tal qual é, a dar por bom e completo o seu haver moral e intelectual. Este contentamento consigo próprio leva-o a fechar-se a qualquer instância exterior, a não ouvir, a não pôr em causa as suas opiniões e a não contar com os outros. A sua sensação íntima do domínio incentiva-o constantemente a exercer predomínio. Atuará, pois, como se no mundo só existissem ele e os seus congéneres, portanto, terceiro, intervirá em tudo impondo a sua opinião vulgar, sem consideração, contemplação, trâmites ou reservas, quer dizer, segundo um regime de "Acão direta".

  • ‘O outro lado da ilha’, de Paulo Ramalho

    Estava-se em 1969 e a Guerra Colonial era um caminho cada vez mais estreito. Encurralado, o Império Português lutava pela sobrevivência.

    Destacado para uma missão em São Tomé, o alferes J. morre misteriosamente na baía de São Miguel.

    Quarenta anos depois, o seu filho Bernardo desembarca em São Tomé para reconstruir os acontecimentos trágicos de 1970. Para chegar à verdade dos factos, terá de percorrer o lado escondido da ilha, com os seus segredos e mistérios.

  • ‘Uma criatura feita de mar: histórias de uma vida’, de David Almond

    Uma Criatura Feita de Mar é um livro com histórias de rara beleza contadas por um escritor genial. São contos fascinantes, inspirados na infância do autor, que aqui nos apresenta um mundo povoado de fantasia e ilusão, de real e imaginário. Um mundo que poderia ser o de qualquer um de nós e que cativa pela simplicidade, pelo amor e pela amizade que transparecem nas suas palavras.

     Cada história transmite valores éticos de que por vezes nos esquecemos. Uma viagem maravilhosa, da primeira à última página, para leitores de todas as idades.

  • ‘Vai e põe uma sentinela’, de Harper Lee

    Jean Louise Finch - Scout - a inesquecível heroína de Matar a Cotovia, regressa de Nova Iorque a Maycomb, a sua cidade natal no Alabama, para visitar o pai, Atticus. Decorre o turbulento período de meados de 1950, numa nação dividida em torno das dramáticas questões raciais.

     É com este pano de fundo que Jean Louise descobre verdades perturbadoras acerca da sua família, da cidade e das pessoas de quem mais gosta. Isto leva-a a interrogar-se sobre os seus valores e princípios, e a confrontar-se com complexos problemas de ordem pessoal e política.

    Vai e Põe Uma Sentinela é um romance inédito de Harper Lee, cujo manuscrito se havia perdido. Descoberto em 2014, foi escrito antes de Matar A Cotovia. Apresenta-nos muitos dos personagens dessa mítica obra, agora 20 anos mais velhos.

    Vai e Põe Uma Sentinela é um livro magnífico, comovente e de grande fascínio, de um dos maiores vultos da ficção contemporânea.

  • ‘Pai nosso: romance’, de Clara Ferreira Alves

    «Porque tens medo desta história? Porque não sei se consigo contá-la direito.»

    Neste livro Beatriz, uma professora de estudos do médio oriente em Inglaterra, conta-nosa história de Maria ou Marie ou O Fantasma, fotógrafa de guerra de origem portuguesa que se tornou um ícone mundial.

    Maria testemunhou tudo o que havia para testemunhar nos conflitos religiosos que assolam o mundo há mais de vinte anos, com relevo na crise do médio oriente. Como foi possível chegarmos a este estado. Israel, Iraque, Afeganistão, Turquia, Síria, Marrocos, Nova Iorque, Londres, Paris, Lisboa. Geografias que se cruzam sucessivamente e onde se projetam acontecimentos inesperados.

  • ‘Oficina poeiras’, de Leonor Poeiras

    Leonor Poeiras, sendo a mais nova de cinco irmãos, cedo se entusiasmou a recriar tudo o que deles herdava de forma a tornar cada objeto ou peça de vestuário em algo inquestionavelmente seu. Com o incentivo da mãe, que sempre estimulou a criatividade dos filhos, foi tomando o gosto até se apaixonar e se tornar 100% adepta do conceito Do It Yourself, onde a perfeição raramente é alcançada e nunca é o objetivo. Desta sua necessidade de diferenciação ao site e à Oficina que tem desde 2014, o sonho e a imaginação cresceram e a vontade de partilhar este modo de vida com os outros transporta-se para este livro.

    Composto por projetos simples, com dificuldade de grau zero, quer sejam de carpintaria, bricolagem, agricultura, atividades ao ar livre, ou arts & crafts – como são disso exemplo Gavetas Tropicais; Luzes de Cordel; Zoo à Solta; Camisas Antigas, Colarinhos Novos; Diálogo Permanente; entre outros –, é um veículo para acreditar que ser capaz de fazer aquilo a que se propõe é viciante e uma forma de felicidade.

    Ponha a música a tocar, meta mãos à obra e partilhe o momento com as pessoas mais importantes da sua vida. Divirta-se!

  • ‘Irène’, de Pierre Lemaitre

    Prémio Goncourt Romance Policial Europeu do Ano

    Irène é um dos mais originais e poderosos thrillers dos últimos anos. Uma homenagem à literatura policial que só poderia ser escrita por um apaixonado pelo género e por um grande escritor como Pierre Lemaitre. O autor recorre a cinco cenas clássicas de crimes - de Bret Easton Ellis a James Ellroy -para criar uma obra psicologicamente densa, surpreendente e arrebatadora.

  • ‘Portugal tempo de paixão’, de Leonor Xavier

    Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto.

  • ‘Trabalhos de casa (2008-2012)’, de Rogério Casanova

    «(...) se lermos bem, ficaremos sempre presos à concisão elegante das frases com que conclui os ensaios, cláusulas que denunciam a arte suprema do ensaísta de qualquer tipo, como admiraremos quase sempre o modo como os começa, a estabilidade do vocabulário, o rigor das definições, as formulações lapidares privilegiadas em detrimento do arrazoado... mas, ao cabo, ficaremos sempre diante de um verdadeiro escritor no exercício difícil e arriscado da melhor forma de proceder com a inteligência.»

    Do prefácio

    Este livro reúne textos do autor publicados na imprensa ao longo dos últimos cinco anos.

  • ‘O enraizamento : prelúdio para uma declaração dos deveres para com o ser humano’, de Simone Weil

    O Enraizamento" é um ensaio escrito em 1943 e que permaneceu inacabado devido à morte da autora. O seu subtítulo é "Prelúdio Para Uma Declaração dos Deveres Para com o Ser Humano".

    Simone Weil procura criar as bases de uma doutrina, regressando aos princípios que permitiram às civilizações estabelecerem-se de um modo durável.

    Nesse ano de 1943, após vinte anos de amadurecimento interior, trata-se para Simone Weil de reatar um pacto que apoia sobre a «exigência do bem absoluto que habita no coração do homem, mas que tem a sua origem numa realidade situada fora do mundo».

    «O enraizamento talvez seja a necessidade mais importante e mais ignorada da alma humana. (…) Todo o ser humano precisa de ter múltiplas raízes, precisa de receber a quase totalidade da sua vida moral, intelectual, espiritual, por intermédio dos ambientes a que naturalmente pertence.»

  • ‘Tempo de incerteza’, de António Barreto

    António Barreto é um dos mais atentos observadores da realidade portuguesa nos dias de hoje. Neste seu novo livro de ensaios, analisa as principais mudanças sociais do país nas últimas décadas (com particular enfoque na saúde, administração pública e migrações) e as consequências da nossa integração na Europa e da adesão à moeda única. É um retrato realista do país que somos, neste tempo de incerteza que se seguiu a uma certa euforia do final da década de 80.

    A obra termina com um texto de elogio ao Livro e ao seu papel no conhecimento.

  • ‘Segredo ardente’, de Stefan Zweig

    Segredo Ardente" fala-nos do despertar do ciúme e do conhecimento do que é a atração amorosa num rapaz de 12 anos. Manipulado por um homem que quer fazer dele um meio de aproximação à mãe, vai sentir o entusiasmo da amizade, a desilusão e o ciúme no ambiente de uma estância de veraneio onde quase não conhece ninguém.

  • ‘1975: o ano que terminou em novembro’, de António Luís Marinho e Mário Carneiro

    1975: O ano de todos os perigos em Portugal.

    - Revelações dos arquivos de Kissinger!!

    - Texto inédito do general Ramalho Eanes

    - Frases e acontecimentos para a História

  • ‘Espreita como funcionam as coisas’, de Conrad Mason

    Já alguma vez pensaste no que acontece quando puxas um autoclismo ou quando acendes uma lâmpada?

    Queres saber como é que trabalha uma escavadora, porque é que os barcos flutuam e o que é que mantém os aviões no ar?

    Levanta as abas para veres de perto como é que certas máquinas e objetos do dia a dia funcionam.

  • ‘Algarve mediterrânico: tradição, produtos e cozinhas’, texto e coordenação de Maria Manuel Valagão

    Terra do sol, do sal, do vinho, do azeite, do pão e do peixe, o Algarve preserva tradições mediterrânicas que devemos não só valorizar, como também fixar e recriar inovadoramente.

    Ao longo de décadas, Maria Manuel Valagão recolheu memórias e costumes milenares — dando especial atenção aos aspetos antropológicos e sociais dos produtos alimentares, dos processos de conservação e das técnicas de preparação — e estudou as suas relações com a história, a paisagem e a gastronomia desta região.

    Sendo um repositório único do vasto património cultural algarvio, «Algarve Mediterrânico» conta com as interpretações de Vasco Célio, na fotografia, e de Bertílio Gomes, na cozinha contemporânea.

  • ‘Cadernos de iniciação científica’, de Rómulo de Carvalho

    Os Cadernos de Iniciação Científica, de Rómulo de Carvalho, publicados em Lisboa entre 1979 e 1985, são uma das realizações mais notáveis do autor nos campos da pedagogia e da didáctica das ciências. Os Cadernos, "destinados especialmente aos jovens estudantes dos 9 aos 15 anos", (...) combinam no seu conteúdo um texto muito acessível e de fácil leitura, sem cair em simplificações que falseiem o entendimento da realidade, com uma apresentação atraente que recorre abundantemente à imagem não apenas para despertar o interesse do leitor mas também como veículo de informação, designadamente, situando os temas numa perspectiva histórica no longo e ininterrupto percurso cognitivo da Humanidade.

  • ‘Autores, editores e leitores’, de Francisco Vale

    Os textos deste livro têm uma origem variada.

    Os que se referem a questões editoriais, autores, leitores e críticos, foram escritos nos últimos seis meses, publicado no blogue da Relógio D'Água e agora parcialmente reelaborados. Outros, mais extensos, como "Uma profissão de risco no século XXI". "Leitura crítica e leitura ingénua", e "Imagens da leitura", são inéditos.

    Um segundo conjunto de textos é formado por prefácios a obras de Rilke, Virgínia Woolf e Katherine Mansfield.

    A parte final do livro é feita de trabalhos jornalísticos, entrevistas a José Saramago, Mário Cesariny e Raul de Carvalho, artigos sobre Raymond Carver e Thomas Bernhard e uma reportagem sobre a última viagem de um navegador solitário.

  • ‘A alvorada dos deuses’, de Filipe Faria

    No inverno de 1477, Berardo de Varatojo, padre franciscano estigmatizado, viaja para a distante Thule (Islândia) em busca de respostas para a sua crise de fé. Contudo, acaba raptado por desconhecidos antes de as conseguir encontrar. Os seus captores afirmam ser deuses, os sete destinados a sobreviver a um Crepúsculo dos Deuses de que nunca ouvira falar.

     Aqueles que Berardo toma por feiticeiros pagãos confessam-se numa encruzilhada, culpando o Deus cristão pelo seu dilema. Segundo eles, o franciscano é precisamente a chave para a sua salvação, embora ele não consiga sequer conceber como.

     Porém, essa é a menor das preocupações de Berardo, que se vê constantemente atormentado por visões e pesadelos de uma era antiga... E os seus captores não foram os únicos sobreviventes do Crepúsculo dos Deuses.

     Um mal antigo persegue-os até às entranhas fogosas de Thule, onde deuses e crenças se confrontarão. E, onde Berardo terá de pôr cobro a uma disciplina imemorial, com o destino da própria Humanidade em jogo.

  • ‘Em teu ventre’, de José Luís Peixoto

    «Mãe, atravessas a vida e a morte como a verdade atravessa o tempo, como os nomes atravessam aquilo que nomeiam.» Numa perspetiva inteiramente nova, Em Teu Ventre apresenta o retrato de um dos episódios mais marcantes do século XX português: as aparições de Nossa Senhora a três crianças, entre maio e outubro de 1917. Através de uma narrativa que cruza a rigorosa dimensão histórica com a riqueza de personagens surpreendentes, esta é também uma reflexão acerca de Portugal e de alguns dos seus traços mais subtis e profundos. A partir das mães presentes nesta história, a questão da maternidade é apresentada em múltiplas dimensões, nomeadamente na constatação da importância única que estas ocupam na vida dos filhos. O sereno prodígio destas páginas, atravessado por inúmeros instantes de assombro e de milagre, confere a Em Teu Ventre um lugar que permanecerá na memória dos leitores por muito tempo.

  • ‘Mulheres de cinza’, de Mia Couto

    Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique.

    Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985. Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.

    Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais. Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efetuadas em Maputo eInhambane.

  • ‘Vírus mortal’, de James Dashner

    Antes de a CRUEL existir, de a Clareira ser construída e de Thomas ter entrado no Labirinto, os fulgores do Sol atingiram a Terra, arrasando o planeta e dizimando grande parte da humanidade.

    Mark e Trina estão entre os sobreviventes que agora lutam por uma existência em condições precárias nas pequenas comunidades que se formaram nas montanhas. Mas se eles achavam que a situação em que se encontravam não podia piorar, estavam enganados. Um inimigo surge, infetando a população com um vírus altamente contagioso e mortal. Ninguém parece ser imune. Porém, Mark e Trina estão convencidos de que existe uma maneira de travar a pandemia e estão determinados a encontrá-la. O futuro dos sobreviventes pode estar nas suas mãos…

  • ‘Biografia do língua : romance’, de Mário Lúcio Sousa

    O narrador deste romance é um condenado à morte a quem é concedido um último desejo; e o que escolhe é contar uma história, mais precisamente a da vida do Língua, um escravo que falou aos sete meses de idade e teve direito a biografia encomendada pelo rei de Portugal. Dá-se então um verdadeiro milagre: não só a história parece não ter fim, porque a vida do Língua está recheada de episódios em que os detalhes são de extrema importância, como começa a juntar-se cada vez mais gente para a ouvir – são às centenas os que todos os dias chegam à falésia de armas e bagagens, filhos, mulas, araras e macaquinhos, dispostos a fazer do lugar a sua casa só para não perderem pitada do relato. E, enquanto o narrador vai ganhando anos no cadafalso parindo magia, é toda uma comunidade que se vai criando em torno da maravilha de contar histórias, passando a língua a ordenar o tempo em vez do relógio.

    Inspirado na vida de um homem, talvez o único que viveu o colonialismo, a abolição da escravatura, a guerra da independência, a independência, a ocupação, o capitalismo, o imperialismo e o comunismo, sucessivamente e num mesmo lugar, Biografia do Língua é uma homenagem às pequenas histórias que nos salvam da penosa realidade.

  • ‘D. Afonso III, o Bolonhês : (1212 - 1279): um grande homem de Estado’, de Diogo Freitas do Amaral

    Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.

  • ‘O fim do homem soviético’, de Svetlana Aleksievitch

    Volvidas mais de duas décadas sobre a desagregação da URSS, que permitiu aos russos descobrir o mundo e ao mundo descobrir os russos, e após um breve período de enamoramento, o final feliz tão aguardado pela história mundial tem vindo a ser sucessivamente adiado. O mundo parece voltar ao tempo da Guerra Fria.

     Enquanto no Ocidente ainda se recorda a era Gorbatchov com alguma simpatia, na Rússia há quem procure esquecer esse período e o designe por a Catástrofe Russa. E, desde então, emergiu uma nova geração de russos, que anseia pela grandiosidade de outrora, ao mesmo tempo que exalta Estaline como um grande homem.

    Com uma acuidade e uma atenção únicas, Svetlana Aleksievitch reinventa neste magnífico requiem uma forma polifónica singular, dando voz a centenas de testemunhas, os humilhados e ofendidos, os desiludidos, o homem e a mulher pós-soviéticos, para assim manter viva a memória da tragédia da URSS e narrar a pequena história que está por trás de uma grande utopia.

  • ‘Meditação para pessoas ocupadas : estratégias anti-stress para quem não tem tempo para meditar’, de Osho

    Não há ninguém que precise mais de meditação do que as pessoas que não têm tempo para meditar. Estas pessoas ocupadas podem até ter experimentado fazer meditação, mas acabaram por desistir por lhes parecer muito difícil integrá-la num estilo de vida agitada. Estratégias simples para reduzir a tensão, minimizar o stress crónico e relaxar rapidamente.

  • ‘Pequenas células cinzentas: citações de Poirot’, de Agatha Christie

    «O meu nome é Hercule Poirot e sou provavelmente o melhor detetive do mundo.»

    O distinto belga de personalidade forte, maneirismos extravagantes e confiança ilimitada na

    "Pequenas Células Cinzentas" reúne as mais emblemáticas citações de Poirot. Profundas, divertidas e reveladoras, permitem-nos conhecer o homem por detrás do bigode impecá s suas ‘pequenas células cinzentas’ solucionou alguns dos crimes mais enigmáticos do século XX. Mas será que sabemos verdadeiramente quem é o génio que se esconde sob a fachada de excentricidade e rigor? vel. E render-nos à sabedoria e humor que Agatha Christie revelou ao dar-lhe vida. Inclui um ensaio inédito de Agatha Christie sobre a sua relação de amor/ódio com a sua criação mais célebre.

  • ‘Um homem : Klaus Klump : romance’, de Gonçalo M. Tavares

    Há exercícios para treinar a verdade como, por exemplo, ter medo. Ou então ter fome, Depois restam exercícios para treinar a mentira: todos os grupos são isto, e todos os negócios.

    Estar apaixonado é outra forma de exercitar a verdade. Klaus comandava pela primeira vez os negócios da família. Não tinha medo, nem fome, nem estava apaixonado. Cada dia era, pois, um exercício novo da mentira. Já tinha feito a vida real (tinha-a feito como se faz uma construção, algo material), agora começara o jogo: ganhar mais dinheiro ou menos. Nada de essencial; mas a mentira interessante é aquela que quase parece verdade. Klaus sentia necessidade de transformar aquele jogo em algo fundamental. E faria isso até ao fim. Como fizera antes na guerra e na prisão. Quase que não via, aliás, diferenças nas três situações: era preciso ganhar ou não perder, e ele estava só. Eis tudo.

  • ‘A máquina de Joseph Walser : romance’, de Gonçalo M. Tavares

    Não tinha sequer uma pistola, mas eliminara a grande fraqueza da existência, fizera desaparecer a primária fragilidade da espécie: não possuía qualquer inclinação para o amor ou para a amizade! E nesse momento, a caminhar em plena rua, desarmado, observando de cima os seus sapatos castanhos, velhos, sapatos irresponsáveis como troçava Klober, nesse momento Walser sentia-se tão seguro - e, ao mesmo tempo ameaçador - como se avançasse dentro de um tanque pela rua.

  • ‘No teu olhar’, de Nicholas Sparks

    Colin Hancock é jovem mas já viveu mais violência e abandono do que a maioria das pessoas. Foi perante o abismo que tomou a corajosa decisão de começar de novo. Agora, o emprego num restaurante da moda pode não o satisfazer, mas o sonho de se tornar professor parece cada vez mais perto de se concretizar. Dar às crianças o carinho e a atenção que ele próprio não teve é o seu grande e único objetivo… mesmo que o preço a pagar seja a solidão.

    Maria Sanchez também deseja, acima de tudo, uma vida calma. Filha de imigrantes mexicanos, aprendeu desde cedo o valor do trabalho árduo, da ética e da lealdade. Para ela, bastam-lhe o emprego num prestigiado escritório de advogados e uma noite tranquila em casa para repôr as energias. Nem a insistência da sua irmã surte efeito. Com uma profissão tão arriscada, Maria aprecia a segurança que o isolamento lhe dá.

     Colin e Maria não foram feitos um para o outro. Ele representa tudo aquilo que ela despreza, é o típico meliante que ela está habituada a ver atrás das grades. E quando se cruzam numa noite de tempestade, o fosso que os separa é profundo e evidente. Mas, a partir desse momento fortuito, as suas vidas não voltarão a ser as mesmas. Conseguirão eles ver para além das aparências? Ler nos olhos do outro o que de mais profundo lhe vai na alma? Ceder à persistente memória daquela noite?

  • ‘Educar com mindfulness : guia de parentalidade consciente para pais e educadores’ de Mikaela Övén

    Ninguém nos dá a fórmula mágica quando nos tornamos pais. Nem existe um manual que nos ensine a lidar com os desafios diários como as birras, o sono e as refeições.

    Estaremos a agir bem? O que é normal em cada idade? Devemos elogiar ou castigar? Quando dizer não? E como compensar o pouco tempo que partilhamos com os nossos filhos?

    O Mindfulness aplicado à parentalidade ajuda-nos a pensar a educação de forma consciente e plena. Conheça as ferramentas que Mia Övén sugere para se libertar da culpa e da ansiedade. E viva mais a sua família!

  • ‘Diário de uma avó-galinha’, de Isabel Stilwell

    A chegada dos netos apanha-nos de surpresa. Durante nove meses imaginamo-nos preparados, afinal, como podia ser de outra forma se já fomos pais? Pensamos sempre: basta-nos ser «só avós», uma retaguarda serena, com a vantagem de noites bem dormidas, só com as partes boas… E talvez assim fosse, se resistíssemos a apaixonar-nos incondicionalmente. Quando damos por nós, já fomos apanhados e só nos resta aprender a nadar nestas águas, que nem sempre são calmas.

    Este livro é um diário que resume cinco anos desta fantástica descoberta que fui fazendo à medida que a Carminho e a Madalena, as minhas primeiras netas, foram crescendo. É por causa delas que continuam as muitas conversas com filhos, noras e genros, e também com outros avós, até porque entretanto outros netos chegaram.

    E também é esta descoberta diária que me leva, tantas vezes, a procurar respostas na sabedoria do Eduardo Sá, no programa «Dias do Avesso», conversas que não resisti a incluir neste livro.

    Decididamente, ser avó é isto mesmo: é mudar para sempre a forma de ver o mundo e embarcar alegremente numa viagem sem retorno.

  • ‘A batalha: 14 de Agosto de 1385’, de Pedro Massano

    Páginas de História de Portugal iluminadas pelo traço inconfundível de Pedro Massano e as palavras dos cronistas da época. Um relato épico de um acontecimento marcante, com pranchas arrebatadoras e de grande beleza. A Batalha de Aljubarrota pela mão de um mestre, para oferecer e guardar para si.

    Este livro descreve o que foi um dia decisivo para Portugal. A 14 de Agosto de 1385, o exército comandado pelo rei D. Juan de Castela foi derrotado, no campo de S. Jorge, por uma força muito inferior de portugueses.

    Os heróis dessa jornada memorável foram Nun’ Álvares Pereira, D. João I, e a hoste heterogénea de quantos combateram sob as suas ordens.

  • ‘A casa que voou’, de Davide Cali

    Chegar a casa depois de um dia de trabalho e encontrá-la a voar. Ora aí está uma situação aborrecida. O que fazer? A quem pedir ajuda? Já se sabe que as casas não vêm com manual de instruções, mas mesmo que isso acontecesse, será que alguém se lembraria de incluir um capítulo sobre casas voadoras? Esta história é sobre esse raro fenómeno: uma casa que, sem mais nem menos, decide descolar. E como para casos raros a solução nunca está à mão, e nem mesmo ao pé, o dono desta casa não sabe o que fazer. Por onde começar quando a nossa casa levanta voo? Bombeiros? Polícia? Gabinete de Facilitação e Segurança na Aviação Civil? Nada fácil, mesmo. As casas, como tudo o que é importante e essencial na nossa vida, não se devem perder de vista.

  • ‘Os cinco nos rochedos do demónio’, de Enid Blyton

    Os cinco heróis destas histórias são o Júlio, o David, a Ana, a Zé e o Tim, que é um cão. Juntos envolvem-se em aventuras e confusões.

    Será que irão conseguir resolver este mistério?

    Existirá mesmo um tesouro escondido nos Rochedos do Demónio? Os Cinco ouviram algumas histórias, mas nunca acreditaram nelas. Porém, ao explorarem as cavernas, encontram uma moeda em ouro e, de repente, as histórias tornam-se verdadeiras...

  • ‘A conquista do mar do nunca’, de Mark Seidenberg

    ‘O Jake transforma-se em Capitão!

    O tenebroso Lord Profundeza está decidido a dominar o Mar do Nunca. Então, o Jake põe o incrível Colosso de novo a navegar e torna-se no Capitão Jake!

    Conseguirão o Jake e os outros capitães deter o Profundeza a tempo?’