Site Autárquico Loulé

2015

  • Autor em destaque mês de dezembro

    Mário Cláudio é o pseudónimo literário de Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nascido a 6 de Novembro de 1941, no seio de uma família da média-alta burguesia industrial portuense de raízes irlandesas, castelhanas e francesas, e fortemente ligada à História da cidade nos últimos três séculos. Filho único, foi primeiramente instruído por um professor particular, tendo prosseguido os estudos, até à conclusão do liceu, sob a rígida batuta dos padres do Colégio Almeida Garrett (atual Teatro do Bolhão, no Porto). Começou o curso de Direito em Lisboa e terminou-o em Coimbra (1966), onde viria a diplomar-se novamente, em 1973, com o Curso de Bibliotecário-Arquivista. Pelo meio, a Guerra Colonial e uma mobilização para a Guiné, na secção de Justiça do Quartel General de Bissau. Antes de partir, em 1968, entrega ao pai, pronto para publicação, o seu primeiro livro de poemas, Ciclo de Cypris, publicado no ano seguinte.

    Pouco depois de assumir a direção da Biblioteca Pública Municipal de Vila Nova de Gaia, foi bolseiro da Fundação Gulbenkian, tendo obtido o título de Master of Arts em Biblioteconomia e Ciências Documentais (1976), pela Universidade de Londres, defendendo uma tese que seria parcialmente publicada com o título Para o Estudo do Analfabetismo e da Relutância à Leitura em Portugal, o único livro que assinou com o seu nome civil. Ainda durante a década de 70 publica dois livros de poesia, um romance, uma novela e um livro de viagens.

    As suas obras estão traduzidas em várias línguas e foram distinguidas com diversos prémios. Destaca-se o Grande Prémio de Romance e Novela com a obra Retrato de rapaz, atribuído recentemente pela Associação Portuguesa de Escritores.

     

    No fundo da Biblioteca pode encontrar as seguintes obras:

    A bruxa, o poeta e o anjo - Cota 83J CLA

    A cidade no bolso - Cota 90 CLA

    A Ilha de Oriente : mistério em três actos - Cota 83 CLA

    A quinta das virtudes - Cota 83 CLA

    Amadeo – Cota 75P CAR

    As batalhas do Caia - Cota 83 CLA

    As máscaras de Sábado - Cota 83 CLA

    Astronomia - Cota 83 CLA

    Boa noite, senhor Soares - Cota 83 CLA

    Camilo Broca - Cota 83 CLA

    Dois equinócios – Cota 82P CLA

    Duas histórias do Porto - Cota 83 CLA

    Estâncias - Cota 82P CLA

    Henriqueta Emília da Conceição - Cota 83 CLA

    Improviso para duas estrelas de papel - Cota 83 CLA

    Itinerários - Cota 83 CLA 

    Medeia - Cota 83 CLA

    Meu Porto - Cota 83 CLA

    Noites de anto e A ilha de Oriente - Cota 83 CLA

    O eixo da bússola - Cota 83 CLA

    O estranho caso do trapezista azul - Cota 83 CLA

    O fotógrafo e a rapariga - Cota 83 CLA

    O pórtico da glória: com um retrato original de Fernando Lanhas - Cota 83 CLA

    Peregrinação de Barnabé das Índias - Cota 83 CLA

    Retrato de rapaz - Cota 83 CLA

    Rosa - Cota 83 CLA

    O outro Génesis - Cota 83 CLA

    Terra sigillata - Cota 83 CLA

    Tocata para dois clarins - Cota 83 CLA

    Trilogia da mão ; Amadeo ; Guilhermina ; Rosa - Cota 83 CLA

    Triunfo do amor português - Cota 83 CLA

    Um Verão assim - Cota 83 CLA

    Uma coroa de navios - Cota 83 CLA

    Ursamaior - Cota 83 CLA

  • Autor em destaque mês de novembro

     

    Sophia de Mello Breyner Andresen foi uma das mais importantes poetas portuguesas do século XX. Nasce a 6 de novembro de 1919, na cidade do Porto, onde passa a sua infância.

    Em 1938 inscreve-se no curso de Filologia Clássica da Universidade de Lisboa, que não viria a concluir e, em 1940, publica os primeiros versos nos Cadernos de Poesia.

    Casada com Francisco Sousa Tavares, passa a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos. Participa ativamente na oposição ao Estado Novo e é eleita, depois do 25 de Abril, deputada à Assembleia Constituinte.

    Autora de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreve também contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. Traduz Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

    Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. A sua obra está traduzida em várias línguas.

    Sophia foi premiada com variadíssimos prémios, dos quais se destaca o Prémio Camões, em 1999, o Prémio Poesia Max Jacob, em 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, em 2003.

    Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu a 2 de julho de 2004, com 84 anos, em Lisboa, e o seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional a 2 de julho de 2014, dez anos após o seu falecimento.

    Obras de Sophia que pode encontrar na Biblioteca:

    A árvore - 83J AND

    A fada Oriana - 83J AND

    A floresta - 83J AND

    A menina do mar - 83J AND

    A noite de Natal - 83J AND

    A senhora do mar - 82P AND

    Contos : 1979 - 83R AND

    Contos exemplares - 83 AND

    Coral - 82P AND
    Geografia - 82P AND
    Mar novo - 82P AND

    Dia do mar  - 82P AND

    Dual - 82P AND

    Histórias da terra e do mar - 83J AND

    Ilhas - 82P AND

    Mar : antologia - 82P AND
    Poesia  - 82P AND

    Musa - 82P AND

    Navegações - 82P AND

    No tempo dividido -  82P AND

    O bojador - 8POR AND

    O búzio de cós e outros poemas - 82P AND

    O cavaleiro da Dinamarca - 83J AND

    O colar: teatro - 792 AND

    O cristo cigano - 82P AND

    O nome das coisas  - 82P AND

    O nu na antiguidade clássica - 701 AND

    O rapaz de bronze - 83J AND

    Obra poética - 82P AND

    Os ciganos - 8POR AND

    Os três reis do oriente - 83JR AND

    Poesia - 82P AND

    Primeiro livro de poesia: poemas em língua portuguesa para a infância e a adolescência - 82PJ AND

    Quatro contos dispersos - 83 AND

    Saga - 83J AND

  • Autor em destaque mês de outubro

    Lídia Jorge, romancista e contista portuguesa, nasceu em 1946, no Algarve. Licenciada em Filologia Românica, foi professora liceal em Lisboa e em África – Angola e Moçambique – para onde partiu em 1970. Ali viveu o marcante ambiente da Guerra Colonial, que mais tarde descreveria no romance A Costa dos Murmúrios através da perspetiva de uma personagem feminina, a mulher de um oficial do exército português de serviço em Moçambique.

    A par da atividade literária, Lídia Jorge foi professora convidada da Faculdade de Letras de Lisboa, atividade que interrompeu para desempenhar funções na Alta Autoridade para a Comunicação Social, entre 1990 e 1994.

    O tema da mulher e da solidão é uma preocupação central da sua obra, como, por exemplo, em Notícia da Cidade Silvestre (1984) e A Costa dos Murmúrios (1988). O Dia dos Prodígios (1980), outro romance de relevo, retrata o marasmo e a desadaptação de uma pequena aldeia algarvia. O Vento Assobiando nas Gruas (2002) é mais um romance da autora e aborda a relação entre uma mulher branca com um homem africano e o seu comportamento perante uma sociedade de contrastes.

    Os seus livros estão traduzidos para diversas línguas e têm-lhe merecido variadíssimos prémios. Recentemente, já no mês de outubro, recebeu o prémio Urbano Tavares Rodrigues, com o romance Os Memoráveis.

     

    Obras desta autora:

    O Dia dos Prodígios (1980);

    O Cais Das Merendas (1982);

    Notícia Da Cidade Silvestre (1984);

    A Costa dos Murmúrios (1988);

    A Instrumentalina (1992);

    A Última Dona (1992);

    O Jardim Sem Limites (1994);

    A Maçon (1997);

    Marido e Outros Contos (1997);

    O Vale Da Paixão (1998);

    O Vento Assobiando Nas Gruas (2002);

    O Belo Adormecido (2004);

    Combateremos a Sombra (2007);

    O Grande Voo do Pardal (2007);

    Praça de Londres (2008);

    Contrato Sentimental (2009);

    A noite das mulheres cantoras (2011);

    O Organista (2014).

     

    No fundo documental da Biblioteca pode encontrar os seguintes títulos:

    A Instrumentalina - 83 JOR

    A Maçon - 83 JOR

    A Noite das Mulheres Cantoras - 83 JOR

    A Última Dona - 83 JOR

    Combateremos a Sombra - 83 JOR
    Contrato Sentimental - 31 JOR

    Leão Velho - 83 JOR

    Marido e outros contos - 83 JOR

    Notícia da Cidade Silvestre -83 JOR

    O Belo Adormecido - 83 JOR
    A Costa dos Murmúrios - 83 JOR

    O Cais das Merendas - 83 JOR

    O Conto do Nadador - 8POR JOR

    O Dia dos Prodígios - 83 JOR
    O Grande Voo do Pardal - 8POR JOR
    O Jardim Sem Limites - 83 JOR

    O Organista - 83 JOR

    O Vale da Paixão - 83 JOR

    O Vento Assobiando nas Gruas - 83 JOR

    Os Memoráveis - 83 JOR

    Praça de Londres: Cinco Contos Situados - 83 JOR

    Romance do Grande Gatão - 8POR JOR

  • Autor em destaque mês de setembro

    Teolinda Gersão nasceu em Coimbra e estudou Germanística, Romanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim. Foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, Assistente na Faculdade de Letras de Lisboa e, depois de provas académicas, Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.

    Autora, sobretudo, de romances, publicou até agora duas novelas (Os Teclados e Os Anjos) e duas coletâneas de contos (Histórias de Ver e Andar e A Mulher que prendeu a Chuva).Três dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia: Os Teclados, Os Anjos e A Casa da Cabeça de Cavalo. Com o seu mais recente romance, Passagens, Teolinda Gersão foi a vencedora da edição deste ano do Prémio Literário Fernando Namora, instituído pela Estoril Sol. É a segunda vez que a escritora recebe o mesmo galardão. Obras publicadas:

    Passagens (2014); As águas livres (2013); A cidade de Ulisses (2011); A mulher que prendeu a chuva (2007); Histórias de ver e andar (2003); O mensageiro e outras histórias com anjos (2003); Os teclados & três histórias com anjos (2012); Os anjos (2000); Os teclados (1999); A árvore das palavras (1997); A casa da cabeça de cavalo (1995); O cavalo de sol (1989); Os guarda-chuvas cintilantes (1984); História do homem na gaiola e do pássaro encarnado (1982); Paisagem com mulher e mar ao fundo (1982);O silêncio (1981).

    No fundo documental da Biblioteca pode encontrar os seguintes títulos:

    Os teclados: narrativa - 83 GER

    Os anjos: narrativa - 83 GER

    O cavalo de sol: romance - 83 GER

    Os guarda-chuvas cintilantes: diário - 83 GER

    Paisagem com mulher e mar ao fundo - 83 GER

    O silêncio: romance - 83 GER

    A casa da cabeça de cavalo: romance - 83 GER

    A árvore das palavras - 83 GER

    A cidade de Ulisses - 83 GER

    A mulher que prendeu a chuva e outras histórias - 83 GER

  • Autor em destaque mês de agosto

    Ana Hatherly nasceu no Porto em 1929. Em 2003 ganhou o Prémio da Crítica com o livro O Pavão Negro, sucedendo a nomes como Torga, Cardoso Pires, Sophia e Mourão Ferreira. Licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez estudos cinematográficos na London Film School e doutorou-se em Literaturas Hispânicas na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Destacou-se como investigadora do barroco, como ensaísta e escritora, mas talvez seja sobretudo reconhecida como artista plástica.

    Poeta de vanguarda, membro destacado do grupo da Poesia Experimental Portuguesa, Ana Hatherly foi um dos teorizadores desse movimento, iniciado nos anos 60 em Lisboa. Em 1958 iniciou a sua carreira literária e acabou por produzir uma extensa obra poética, traduzida nas principais línguas europeias e incluída em numerosas antologias internacionais.

    O nome Ana Hatherly aparece sempre ligado às vanguardas artísticas portuguesas e, neste campo, a autora deixou uma vasta produção nas áreas das artes visuais, pintura, desenho e cinema. O início da sua carreira artística data da década de 1960, tendo exposto os seus trabalhos, pela primeira vez, em 1967. Realizou várias exposições individuais e participou em numerosas exposições coletivas portuguesas e internacionais. Faleceu a 5 de agosto de 2015, em Lisboa. Tinha 86 anos.

     

    Obras desta autora:

    Um Ritmo Perdido (1958); As Aparências (1959); A Dama e o Cavaleiro (1960); Sigma (1965); Estruturas Poéticas (1967); Eros Frenético (1968); 39 Tisanas (1969); Anagramático (1970); 63 Tisanas: (40-102) (1973); Poesia: 1958-1978 (1980); Ana Viva e Plurilida (1982); O Cisne Intacto (1983); A Cidade das Palavras (1988); Volúpsia (1994); 351 Tisanas (1997); Rilkeana (1999); Um Calculador de Improbabilidades (2001); O Pavão Negro (2003); Itinerários (2003); Fibrilações (2005); A Idade da Escrita e outros poemas (2005); 463 Tisanas (2006); A Neo-Penélope (2007); O Mestre (1976); No Restaurante. In Antologia do Conto Fantástico Português. (2003); Crónicas, Anacrónicas Quase-tisanas e outras Neo-prosas (1977); O Tacto. In Poética dos cinco sentidos (1979); Anacrusa: 68 sonhos (1983); Elles: um epistolado (com Alberto Pimenta) (1999); O Neo-Ali Babá (2004); Nove Incursões (1962); O Espaço Crítico: do simbolismo à vanguarda (1979); A Experiência do Prodígio - Bases Teóricas e Antologia de Textos-Visuais Portugueses dos séculos XVII e XVIII (1983); Defesa e Condenação da Manice. (1989); Poemas em Língua de Preto dos Séculos XVII e XVIII. (1990); Elogio da Pintura de Luís Nunes Tinoco (1991); A Preciosa de Sóror Maria do Céu (1991); Lampadário de Cristal de Frei Jerónimo Baía (1991); O Desafio Venturoso de António Barbosa Bacelar (1991); Triunfo do Rosário: repartido em cinco autos de Sóror Maria do Céu (1992); A Casa das Musas: uma releitura crítica da tradição (1995); O Ladrão Cristalino: aspectos do imaginário barroco (1997); Frutas do Brasil numa nova, e ascetica monarchia, consagrada à Santíssima Senhora do Rosário de António do Rosário) (2002); Poesia Incurável: aspectos da sensibilidade barroca (2003); Interfaces do Olhar - Uma Antologia Crítica (2004); Obrigatório não ver (2009); Um Ritmo Perdido (1958); As Aparências (1959); A Dama e o Cavaleiro (1960); Sigma (1965); Estruturas Poéticas - Operação 2 (1967); Eros Frenético (1968); 39 Tisanas (1969); Anagramático (1970);63 Tisanas: (40-102). (1973); Poesia: 1958-1978(1980); Ana Viva e Plurilida (1982; O Cisne Intacto (1983);A Cidade das Palavras (1988); Volúpsia (1994); 351 Tisanas (1997); Rilkeana (1999); Um Calculador de Improbabilidades (2001); O Pavão Negro (2003); Itinerários (2003); Fibrilações (2005); A Idade da Escrita e outros poemas (2005); 463 Tisanas (2006); A Neo-Penélope (2007); Nove Incursões (1962); O Espaço Crítico: do simbolismo à vanguarda (1979); A Experiência do Prodígio - Bases Teóricas e Antologia de Textos-Visuais Portugueses dos séculos XVII e XVIII. (1983); Defesa e Condenação da Manice. Lisboa: Quimera (Apresentação, notas e fixação do texto) (1989); Poemas em Língua de Preto dos Séculos XVII e XVIII. (1990); Elogio da Pintura de Luís Nunes Tinoco (1991); A Preciosa de Sóror Maria do Céu. (1991); Lampadário de Cristal de Frei Jerónimo Baía. (1991); O Desafio Venturoso de António Barbosa Bacelar. (1992); A Casa das Musas: uma releitura crítica da tradição. (1995); O Ladrão Cristalino: aspectos do imaginário barroco (1997); Frutas do Brasil numa nova, e ascetica monarchia, consagrada à Santíssima Senhora do Rosário de António do Rosário (2002); Poesia Incurável: aspectos da sensibilidade barroca (2003); Interfaces do Olhar - Uma Antologia Crítica (2004) e Obrigatório não ver (2009)

     

    No fundo documental da Biblioteca pode encontrar os seguintes títulos:

    O espaço crítico: do simbolismo à vanguarda – Cota 82 HAT

    A casa das musas: uma releitura crítica da tradição - Cota 82 HAT

    Anacrusa: 68 sonhos - Cota 83 HAT

    Joyciana - Cota 82P JOY

    O ladrão cristalino: aspectos do imaginário barroco - Cota 82 HAT

  • Autor em destaque mês de julho

    O Prémio Camões 2015 foi atribuído no mês de junho, por unanimidade, à escritora Hélia Correia, que sucede ao poeta, historiador e memorialista brasileiro Alberto Costa e Silva.

    A autora estreou-se na poesia com O Separar das Águas, em 1981, e O Número dos Vivos, em 1982. A Casa Eterna (Prémio Máxima de Literatura, 2000), Lillias Fraser (Prémio de Ficção do Pen Club, 2001, e Prémio D. Dinis, 2002), Bastardia (Prémio Máxima de Literatura, 2006) e Adoecer (Prémio da Fundação Inês de Castro, 2010) são alguns títulos da sua bibliografia. Vinte degraus e outros contos foi publicado no ano passado e venceu o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco 2014.

    Hélia Correia nasceu em Lisboa, em 1949, mas cresceu em Mafra, terra da família materna.

    Licenciou-se em Filologia Românica e é professora de Português do Ensino Secundário. Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 1980.

    Entre Torga e a autora de Montedemo (1983) ou Lilias Fraser (2001), receberam ainda o Prémio Camões os autores portugueses Vergílio Ferreira (1992), José Saramago (1995), Eduardo Lourenço (1996), Sophia de Mello Breyner Andresen (1999), Eugénio de Andrade (2001), Maria Velho da Costa (2002), Agustina Bessa-Luís (2004), António Lobo Antunes (2007) e Manuel António Pina (2011).

    No fundo documental da Biblioteca pode encontrar os seguintes títulos:

    O separar das águas (Cota 83J COR);

    Villa celeste: novela ingénua (Cota 83 COR);

    A luz de Newton - (Cota 83J COR);

    Soma (Cota 83 COR);

    Montedemo (Cota 83 COR);

    O número dos vivos (Cota 83 COR);

    Insânia – (Cota 83 COR);

    O Rancor: exercício sobre Helena (Cota 83 COR);

    Lillias fraser - (Cota 83 COR);

    Bastardia – (Cota 83 COR);

    Adoecer – (Cota 83 COR);

    A fenda erótica – (Cota 83 COR).